Isabel Bordalo Vicente - Mediadora Familiar

Mediação familiar online

Há uma decisão adiada na família.E ninguém consegue falar dela sem discutir.

Mediação familiar para famílias com filhos adultos: irmãos que não conseguem decidir sobre os pais ou sobre a casa, casais que se separam depois de muitos anos e não sabem como o dizer aos filhos. Sessões online, com alguém neutro na sala, que faz a conversa chegar ao fim e ao papel.

Marcar a minha Conversa Inicial

30 minutos · online · só consigo · sem custo e sem compromisso · ninguém mais precisa de saber ainda

Mediadora familiar · anos a acompanhar famílias em decisões difíceis

Isabel Bordalo Vicente, mediadora familiar, num retrato natural à luz do dia.

O espelho

Frases que ouço na primeira conversa

Quem me procura não vem por causa de uma zanga. Vem porque há uma decisão concreta que já devia estar tomada. E diz-me coisas como:

Somos três irmãos e não conseguimos falar cinco minutos sem discutir.
Desde que o pai adoeceu, cada um puxa para o seu lado e ninguém decide nada.
Já decidimos separar-nos, mas não sabemos como dizer aos filhos depois de trinta anos casados.
Adiamos há dois anos a decisão sobre a casa porque cada conversa acaba mal.
Eu queria só que falássemos como pessoas civilizadas, sem levantar a voz.

Se alguma destas frases podia ter sido dita na sua família, continue a ler. Não é preciso que os outros estejam de acordo para dar o primeiro passo.

Não é falta de amor

Não é falta de amor. É falta de uma mesa onde a conversa chegue ao fim.

Uma família consegue jantar junta trinta anos e não conseguir decidir quem trata do pai. Não é contradição. As conversas de família têm décadas de história por baixo: quem foi sempre o responsável, quem se foi embora, quem ficou. Quando a decisão aparece, aparece a história toda com ela.

E as decisões que mais pesam depois dos 50 são exactamente as que ninguém ensinou a tomar em conjunto: os cuidados dos pais, uma casa que é de todos, uma separação que tem de ser contada aos filhos adultos. Não há um chefe. Não há regras. Cada tentativa começa com boa vontade e acaba com alguém a sair da sala.

Uma pessoa neutra na sala não resolve a história. Muda uma coisa só: faz com que a conversa tenha princípio, meio e fim, e que o fim seja uma decisão que todos assinaram por baixo.

E se for só eu a querer isto?

Quase sempre é. Quem marca a primeira conversa é uma pessoa, não a família. A primeira conversa é só consigo, para perceber a situação e decidir, com calma, se e como convidar os outros. Ninguém é chamado sem estar preparado, e ninguém é obrigado a nada.

O custo de continuar a adiar

O que acontece quando se deixa a decisão por tomar

As decisões de família adiadas não ficam paradas. Tomam-se sozinhas, da pior forma. A casa fica fechada dois anos a pagar IMI, condomínio e a perder valor. Os cuidados do pai ficam nas costas de quem mora mais perto, até essa pessoa não aguentar. Os filhos adultos percebem que os pais se vão separar muito antes de lhes ser dito, e ficam com a versão que ouviram por acaso.

E quando uma decisão não é tomada em conjunto, alguém acaba por a tomar por todos. É nesse momento que a família se parte, não pela decisão em si, mas pela forma como foi tomada.

Quem me procura costuma ter isto adiado há um a três anos. A pergunta não é se a decisão vai ter de ser tomada. É se vai ser tomada com todos à mesa ou sem eles.

Contra-narrativa

Três frases que ouço sempre antes de alguém marcar, e porque não se confirmam

1

«Os outros nunca vão aceitar falar com uma pessoa de fora.»

Aceitam mais do que se pensa, porque a proposta não é «vamos a terapia», é «vamos decidir a casa de uma vez, com alguém que não é de nenhum lado». A maior parte das famílias que acompanho começou com uma só pessoa a marcar. O convite aos outros trabalha-se comigo, com as palavras certas.

2

«Isto resolve-se entre nós. Trazer alguém de fora é admitir que a família não funciona.»

Uma família que precisa de ajuda para decidir a casa dos pais é uma família normal. O que não é normal é passar dois anos sem decidir. Não há vergonha em precisar de uma mesa, há custo em não a ter.

3

«Se for para envolver alguém de fora, então é advogado e tribunal.»

O tribunal decide por vocês e leva anos. A mediação faz-vos decidir a vocês, em semanas, e o que sai dela é um acordo escrito que os dois lados construíram, e que pode servir de base ao que for preciso formalizar depois. É o passo antes, não o passo depois.

Isabel Bordalo Vicente, mediadora familiar, no seu espaço de trabalho.

Isabel Bordalo Vicente

Mediadora Familiar

Quem sou

Quem sou e porque me sento a esta mesa

Isabel Bordalo Vicente · Mediadora familiar

Chamo-me Isabel Bordalo Vicente. Sou mediadora familiar e ajudo famílias a tomar as decisões que não conseguem tomar sozinhas: irmãos que têm de decidir sobre os pais ou sobre a casa de família, casais que se separam depois de muitos anos e querem fazê-lo sem destruir o que fica, famílias que adiam há anos uma conversa porque todas acabaram mal.

Não estou de nenhum lado. Não decido por ninguém. O meu trabalho é fazer com que a conversa que já tentaram ter dez vezes tenha, desta vez, princípio, meio e fim, e que o fim fique escrito.

Não prometo que voltem a ser próximos. Isso não depende de mim. Prometo o que sei entregar: uma decisão tomada em conjunto, que cada um consiga cumprir.

Mediação familiarSessões onlineAcordo escritoConfidencial

Formação e Credenciais

As credenciais e garantias que sustentam a minha prática incluem:

Formação em mediação familiar
Registo e inscrição profissional
Famílias acompanhadas em decisões difíceis
Sessões online e confidenciais

Como funciona

Como funciona: três etapas, uma decisão, tudo por escrito

Um processo estruturado, online, em 3 a 6 sessões ao longo de 4 a 8 semanas. Não é terapia familiar, não é um tribunal, não é uma reunião de família com moderador. É um método para chegar a uma decisão concreta: a casa, os cuidados dos pais, a forma de contar a separação aos filhos, e deixá-la escrita.

Etapa 11 sessão por pessoa

Ouvir cada um

Uma conversa individual com cada pessoa envolvida, em separado. Sem os outros a ouvir. É aqui que cada um diz o que de facto lhe pesa, e é aqui que se prepara o convite a quem ainda não aceitou.

Etapa 22 a 4 sessões

Sentar à mesma mesa

Sessões conjuntas, online, com regras simples: uma pessoa de cada vez, uma decisão de cada vez, e alguém neutro a garantir que a conversa não sai da mesa. Quando a conversa aquece, é o meu trabalho baixá-la, não o vosso.

Etapa 31 sessão

Fechar por escrito

O que ficou decidido, quem faz o quê, até quando, e o que acontece se alguma coisa mudar. Escrito em linguagem normal, lido por todos, assinado por todos.

O que leva no fim: O Acordo Escrito

A decisão, as responsabilidades de cada um, os prazos. Mais: sessão de revisão aos 60/90 dias para ver se o acordo está a ser cumprido e ajustar o que for preciso.

  • A decisão, posta por escrito
  • As responsabilidades de cada um
  • Os prazos definidos
  • O que fazer se alguma coisa mudar
  • Linguagem clara, lido por todos, assinado por todos
  • Sessão de revisão aos 60/90 dias

Situações em que faz sentido

Faz sentido quando…

  • Há irmãos que precisam de decidir sobre os cuidados dos pais, ou sobre a casa de família, e as conversas não chegam ao fim.
  • Há um casal que decidiu separar-se depois de muitos anos e quer decidir como o fazer, e como o dizer aos filhos adultos, sem que vire guerra.
  • Há uma decisão adiada há meses ou anos (uma casa, uma herança, quem fica com o quê) e todos sabem que tem de ser tomada.
  • Há vontade, pelo menos de um lado, de resolver isto a falar, e não de ganhar.

Não faz sentido quando…

  • O objectivo é provar que se tem razão ou obter uma decisão contra os outros. A mediação não escolhe um lado.
  • Há situações de violência, medo ou abuso na família. Aí o caminho é outro, e posso indicar para onde.
  • O que se procura é apoio emocional para lidar com o que aconteceu. Isso é trabalho para depois da decisão, e também o faço, noutro formato.
  • Falta capacidade de decidir de alguma das pessoas envolvidas. Nesses casos há passos prévios.

Prova

Famílias que chegaram ao fim da conversa

Casos reais, anonimizados, com consentimento escrito. A decisão que estava adiada, há quanto tempo, e o que ficou escrito.

O caso: Três irmãos, casa dos pais fechada há dois anos. Quatro sessões. Acordo: venda em seis meses, um dos irmãos trata do processo, divisão definida por escrito.
Foi a primeira vez em anos que saímos de uma conversa sem ninguém zangado.
Rui, 57, Setúbal
O caso: Casal com trinta anos de casamento, separação decidida há um ano sem saber como contar aos filhos adultos. Três sessões conjuntas. Acordo: forma de comunicar a separação e divisão de bens por escrito.
Dissemos aos filhos juntos, na mesma sala, com as palavras que ensaiámos. Não foi bonito, mas foi digno.
Ana, 54, Lisboa

Perguntas frequentes

As perguntas que todos fazem antes de marcar

A primeira conversa é só consigo. Nela percebemos a situação e preparamos, juntos, a forma de convidar os outros: o que dizer, quando, e o que responder ao «não». A maioria aceita quando o convite é para decidir uma coisa concreta, e não para «ir a terapia». Se mesmo assim alguém recusar, ainda há coisas que pode fazer, e falamos delas.

Conversa Inicial

O primeiro passo dá-se sozinho. E tem 30 minutos.

1

Responde a 4 perguntas

2 minutos. Chego à conversa a saber que decisão está em cima da mesa.

2

Escolhe um horário na minha agenda

Online, à hora que lhe der jeito.

3

Falamos 30 minutos, só os dois

Sai com uma leitura clara da situação e do próximo passo, incluindo como convidar os outros, se fizer sentido.

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4 perguntas · 2 minutos · 100% confidencial

Só consigo · sem custo · sem compromisso · confidencial · depois de submeter, escolhe o horário na agenda